Diogo Nogueira apresenta turnê “Infinito Samba” em Salvador no dia 24 de abril
Salvador recebe no dia 24 de abril um espetáculo que celebra o samba em sua forma mais viva e contemporânea. Diogo Nogueira desembarca na capital baiana com a turnê comemorativa “Infinito Samba”, show que marca seus 20 anos de carreira e será apresentado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, a partir das 19h. O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com realização da Orin Produções e PECK.
Reconhecido como um dos principais nomes da MPB atual, Diogo construiu sua trajetória equilibrando tradição e inovação, sempre com forte respeito ao samba de raiz. Em “Infinito Samba”, essa jornada ganha forma em um espetáculo que conecta ancestralidade, memória afetiva e novos caminhos sonoros, reafirmando o artista como elo entre o samba de ontem e o de amanhã.
O público de Salvador vai assistir a um show de grande porte. No palco, Diogo Nogueira será acompanhado por sua banda e por uma grande orquestra, criada especialmente para a turnê. A formação traz arranjos inéditos, pensados para dialogar com a emoção, o ritmo e a força cênica do samba, ampliando a experiência musical.
A direção artística é assinada por Rafael Dragaud, que destaca o caráter emocional do projeto. Segundo ele, o repertório foi construído a partir de um mergulho histórico e sentimental no universo do samba, gênero que, para o diretor, é um verdadeiro multiverso capaz de dialogar com diferentes dimensões do Brasil.
O roteiro musical reúne sucessos marcantes da carreira de Diogo Nogueira, releituras que homenageiam suas influências — do legado de João Nogueira às novas referências — e canções inéditas. A proposta é conduzir o público por uma viagem poética, com blocos dedicados às músicas românticas, à gafieira e ao clima das tradicionais rodas de samba.
Além da música, “Infinito Samba” se destaca pelo impacto visual. O espetáculo conta com arquitetura de LED, iluminação elaborada e figurinos que reforçam a ideia de circularidade e ancestralidade. A celebração dos 20 anos de carreira mostra um artista inquieto, que respeita suas origens, mas segue abrindo novos caminhos para o futuro do samba.