Lore Rufis compartilha maternidade real e fortalece conexão com público e marcas

A influenciadora digital Lore Rufis, de 26 anos, vive um novo capítulo em sua carreira como criadora de conteúdo. Desde que se tornou mãe do pequeno José, sua presença nas redes sociais ganhou ainda mais autenticidade, sensibilidade e conexão emocional. Conhecida por sua versatilidade e carisma, Lore vem mostrando como é possível equilibrar a maternidade com a produção de conteúdo criativo e engajado — sem perder sua essência.

Lore começou sua trajetória digital em 2019, e ao longo dos anos conquistou parcerias com marcas nacionais e internacionais, participou de webséries, programas de TV, fez coberturas em festivais e shows, e se consolidou como uma voz forte e inspiradora na internet. Agora, como mãe, ela compartilha com seus seguidores uma rotina mais humanizada, onde valoriza os momentos simples e reforça que nem tudo precisa ser perfeito.

“A maternidade me trouxe mais calma, mais empatia e uma visão diferente sobre o que realmente importa”, afirma. Lore faz questão de mostrar a realidade como ela é, sem filtros ou edições excessivas, mantendo o respeito pela privacidade do filho. “José faz parte do meu universo, mas ele não é um personagem. É meu filho, e isso vem com muita responsabilidade”, pontua.

Com um olhar mais maduro e afetivo, Lore equilibra seu conteúdo entre vídeos de humor, dicas de beleza e autocuidado e vivências reais da maternidade, criando um espaço acolhedor e verdadeiro nas redes. Sua postura transparente e cuidadosa rendeu ainda mais reconhecimento do público e das marcas parceiras, que enxergam nela uma influenciadora completa — mulher, mãe e criadora de conteúdo.

A trajetória de Lore Rufis é prova de que é possível criar uma comunicação digital baseada em valores reais, mostrando que a força da maternidade também está em ser vulnerável, sensível e, acima de tudo, genuína. Para outras mães criadoras, ela deixa um recado: “Não existe maternidade perfeita. Existe o amor, a tentativa e o aprendizado diário. E tudo bem não dar conta de tudo sempre.”